“Reafirmamos o nosso compromisso com a igualdade de oportunidades e com a promoção do talento feminino na Mapfre. Esta é uma convicção que nos acompanha há décadas e que hoje se materializa em factos, números e resultados tangíveis nos quase 40 países onde estamos presentes”. Juan Carlos Rondeau, diretor geral da Área Corporativa de Pessoas e Organização da Mapfre, sublinhou ainda que “a diversidade, a inclusão e a igualdade são compromissos nos quais acreditamos, porque contribuem para construir um mundo mais justo e solidário”.
No Dia Internacional da Mulher, celebrado a 8 de março, não esquecemos que é essencial reconhecer a igualdade de género e as conquistas das mulheres.

Dados globais
Dos 30.846 colaboradores em todo o mundo, mais de metade (55,1%) são mulheres.
No Conselho de Administração da MAPFRE, 7 mulheres representam 46,7% dos membros; 43,1% dos cargos de responsabilidade são desempenhados por talento feminino; a percentagem de mulheres em funções executivas é de 35,4% (mais 0,9 p.p. face a 2024); e as mulheres representam mais de metade das promoções internas (50,3%) e das novas incorporações (54,6%) em 2025.
Política de Diversidade
Defendemos que o talento não tem género e que a diversidade enriquece a tomada de decisões, impulsiona a inovação e contribui para o desenvolvimento social e empresarial. Esta visão traduz‑se numa estratégia global que combina políticas internas e programas de desenvolvimento assentes em critérios de mérito, reconhecendo e recompensando o esforço de forma justa e equitativa, e eliminando qualquer barreira que impeça mulheres e homens de alcançar o seu máximo potencial.
O Grupo atua também como um verdadeiro “cavalo de Troia” para derrubar barreiras culturais e acelerar a igualdade em contextos onde as desigualdades de género continuam profundamente enraizadas. Esta abordagem internacional assenta em planos estratégicos e objetivos concretos, revistos periodicamente. Desenvolvemos ainda várias iniciativas internas e externas, como a ClosinGap, uma associação que analisa as principais lacunas de género. Entre os estudos, destaca‑se que a desigualdade na reforma e na poupança entre mulheres e homens em Espanha representa um impacto económico de 28.500 milhões de euros por ano, equivalente a 1,8% do PIB.
Comentários