“Num processo de vitalidade e permanente vontade de produzir e oferecer mais e melhor aos nossos clientes (os que temos e os que viremos a conquistar), o Grupo MAPFRE encontra-se num processo de transformação, o qual envolve e requer uma grande mudança transversal: processos, pessoas e estruturas que impacta o curto, o médio e o longo prazo.

Destaca-se desde logo o 'Plano de Negócio da MAPFRE Portugal 2014-2020', que envolve todas as áreas da Companhia e que, mesmo ainda na fase de arranque, aponta para desempenhos de sucesso face aos índices de compromisso que todos assumimos e aos resultados já alcançados.

Veja-se o crescimento do número de apólices vigentes dos ramos Vida e Não Vida, o aumento da notoriedade da marca MAPFRE pela publicidade/promoção nos meios de comunicação social, vetor muito importante na transmissão de confiança ao potencial e atual Cliente MAPFRE.

Face ao exposto, sendo o Centro de Operações uma das áreas mais relevantes de suporte ao negócio, é-nos exigida competência e efetividade para, proativamente, responder aos novos desafios da MAPFRE, quer a nível local, quer a nível corporativo.

As ‘mudanças transformacionais’ são estratégicas e estruturantes, pelo que além da mudança nas pessoas e nos processos, é também importante atuar sobre as estruturas da operação e sobre os espaços físicos onde as pessoas desenvolvem a sua atividade do dia a dia.

Foi pois, desta forma, convictos da nossa capacidade de adaptação à mudança, da nossa flexibilidade e profissionalismo e, ainda, da disponibilidade para reinventar formas de interagir, que já avançámos com a mudança estrutural do espaço físico onde operamos. Fizemo-lo com o objetivo de:

  • Otimizar a capacidade de resposta a novos desafios;

  • Refrescar o ânimo, com a consequente maior capacidade de servir melhor o cliente (interno e externo);

  • Renovar mentalidades no que toca ao rigor e compromisso para com a função que cada elemento exerce;

  • Ampliar o número de postos de trabalho (o CO passará a ocupar um espaço no R/C, a sala Antártico);

  • Mudar postos de trabalho: nenhum dos colaboradores utiliza o posto de trabalho onde antes operava;

  • Mudar de equipamentos em bastidores para melhor responder ao Projeto de Integração do Inbound na Plataforma Tecnológica Corporativa;

  • E, porque não, melhorar a estética do espaço em termos visuais: as instalações ficaram bem mais agradáveis.

Estas mudanças do CO ocorreram em tempo recorde, durante o fim de semana de 06 e 07 de dezembro, apenas e só porque todos os envolvidos se comprometeram com afinco na parte que lhes correspondia. A todos, o meu obrigada!

Estamos orgulhosos da mudança, convictos que da mesma traremos valor acrescentado ao que fazemos individual e coletivamente. Mas o CO não é mais do que um elemento da engrenagem MAPFRE, por isso o nosso compromisso é o de que tudo o que fazemos contribua para uma MAPFRE maior e melhor (a melhor). Assim, fica desta forma lançado o repto para que nos visitem (quer no 5º piso, quer na sala Antártico do R/C), nos questionem e nos enviem o vosso feedback, formal ou informal.

Finalizo com uma mensagem de Bruce Barton (executivo, político e autor de vários livros sobre o papel das pessoas no sucesso das estruturas organizacionais), que penso que define a nossa ambição de, com uma pequena mudança estrutural, sermos capazes de uma mudança significativa de resultados: Quando considero as tremendas consequências advindas das pequenas coisas… sou tentado a pensar… não existem pequenas coisas…”

Célia Pereira | diretora Centro de Operações MAPFRE

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