As seguradoras que operam na América Latina atingiram, no ano passado, um volume global de prémios de 125.511 milhões de euros, o que representa um aumento de 3,7 por cento em relação ao ano anterior, de acordo com um relatório da Fundação MAPFRE que analisa em detalhe o negócio dos 25 maiores grupos seguradores da região. A valorização do euro face às moedas desses países tem influenciado no menor crescimento em volume de prémios em euros desses grupos, em comparação com os aumentos provenientes em moeda local, particularmente no Brasil.

O BRADESCO encabeça, uma vez mais, o ranking global de prémios, com uma quota de mercado de 7,9 por cento. A MAPFRE, por sua vez, elevou as suas receitas na região a 7,9 por cento, permitindo-lhe ganhar quota de mercado (de 6,8 por cento para 7,1 por cento), ocupando o segundo escalão.

O ramo Não Vida na América Latina atingiu um volume total de 67.569 milhões de euros, um aumento de 7 por cento em relação ao ano anterior. Os 25 maiores grupos da região foram responsáveis por 60,6% e tiveram um aumento médio de 5,3 por cento. O ranking continua a ser liderado pela MAPFRE, acumulando 9,5 por cento dos prémios Não Vida.

No ramo Vida, o volume de prémios permanece inalterado em relação ao ano anterior, com uma faturação de 57.942 milhões de euros. O ranking é liderado por três grupos brasileiros, estando a MAPFRE na sexta posição.

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