A MAPFRE iniciou uma parceria com a Associaçao Pata D’Açúcar, que se dedica a um projeto pioneiro no nosso país através de duas vertentes: por um lado dá a possibilidade aos doentes diabéticos de terem mais um meio complementar para controlar a sua glicémia e contribui para a diminuição do abandono dos animais, ao resgatar cães em canis que são treinados para ajudarem estes doentes ao longo da sua vida.

Agora, tanto os colaboradores da associação como os quatro cães resgatados em 2021 estão mais protegidos com os seguros MAPFRE!

Estes cães serão treinados durante o ano para poderem ficar aptos a serem cães de alerta médico, sendo depois entregues de forma gratuita a um doente diabético (diabetes tipo1), que irá ter num destes fiéis companheiros um excelente apoio para monitorizar a sua doença.

Como não ficamos indiferentes à importância que estes animais terão em breve na vida destas pessoas, não podíamos deixar de dar mais um contributo e, por isso, apadrinhámos a Mercy!

A nossa cadelinha MAPFRE, que foi resgatada no Cantinho da Milú (associação protetora dos animais, em Setúbal), está já a treinar, com muito afinco e energia. E nós, neste espaço, iremos dando notícias, ao longos dos meses, da sua evolução.

O papel destes cães na ajuda a doentes diabéticos

Devidamente treinados ao nível do olfato, os animais desta Associação serão uma grande ajuda para os doentes diabéticos, no que diz respeito ao controlo dos seus níveis de glicémia, uma vez que detetam e antecipam eventuais episódios de hipoglicémia.

O projeto Pata D’Açúcar teve início em 2016 e tem como mote “Ajude-nos a ajudar, por uma Diabetes melhor”. O seu objetivo é, acima de tudo, ajudar os doentes diabéticos no controlo diário da autogestão da glicémia e, neste caso, com base em três características que os cães possuem e que são determinantes: utilização das suas capacidades olfativas inatas e a capacidade, após o treino, em detetar e sinalizar as baixas de glicémia através da saliva do doente, sobretudo no período da noite.

Curiosidade

Os cães possuem 30 vezes mais sensores de olfato em comparação ao homem.