As receitas da MAPFRE, de janeiro a março de 2015, ascendeu a 7.515 milhões de euros, representando um aumento de 8,9 por cento em relação ao mesmo período do ano passado, e os prémios cresceram 2,6 por cento, para 6.114 milhões de euros.

Os lucros antes de impostos aumentaram 4,7 por cento, alcançando os 459 milhões de euros, enquanto o lucro atribuível foi de 201,4 milhões de euros, devido a um crescimento relativamente elevado dos lucros resultantes dos negócios que a empresa partilha com parceiros externos.

A MAPFRE decidiu aplicar, a partir de 31 de março, nas suas contas na Venezuela, a taxa de câmbio SIMADI, representando uma redução dos fundos próprios de 266 milhões de euros. No entanto, os fundos próprios situaram-se nos 9.338 milhões de euros, representando um aumento interanual de 14,6 por cento, e os ativos totais aumentaram nos últimos doze meses em 16,5 por cento, para 70.651 milhões de euros.

O rácio combinado foi afetado pelas perdas excecionais resultantes das fortes tempestades de neve que ocorreram em fevereiro nos Estados Unidos (que acrescentou 2,6 pontos percentuais) e pelo aumento da sinistralidade em vários mercados, situando-se em 98,8 por cento. Sem o efeito dos Estados Unidos, o rácio combinado teria sido de 96,2 por cento.

Os prémios da Área Regional Ibéria (Espanha e Portugal), que representam 33,1 por cento do total, superaram os 2.185 milhões de euros (-16,8 por cento), devido principalmente à redução dos prémios de seguros de vida e poupança. Estes números não incluem as receitas dos prémios provenientes do negócio com o Catalunya Banc, entidade com a qual a MAPFRE chegou a acordo para venda da sua participação nas filiais seguradoras conjuntas, uma vez conseguidas as autorizações administrativas, pelo valor de 606,8 milhões de euros.

Veja aqui o vídeo da apresentação dos resultados do primeiro trimestre de 2015.

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